§Auditoria de fornecedores

Como você sabe que o seu fornecedor faz o que diz que faz?

O questionário que você manda uma vez por ano quem preenche é ele, sobre si mesmo, sem ninguém olhando. É o instrumento mais usado para avaliar fornecedores e o que menos evidência produz. Auditamos os seus fornecedores na planta deles e devolvemos um resultado comparável entre todos.

A autoavaliação não é uma avaliação

Um questionário de homologação mede o que o fornecedor declara. Não mede o que acontece na planta dele numa quinta à tarde, com um pedido urgente e uma matéria-prima que chegou fora de especificação.

E quando algo dá errado, o problema não fica do lado do fornecedor. Chega ao seu produto, ao seu cliente e à sua auditoria — com o seu nome no rótulo.

O risco foi terceirizado. A responsabilidade, não.

O que é uma auditoria de segunda parte

As auditorias se dividem em três. A de primeira parte é a interna, que você faz sobre si mesmo. A de terceira parte é a de certificação, feita por um organismo acreditado. A de segunda parte é a que você faz sobre o seu fornecedor — ou a que um cliente faz em você.

É a única das três que responde se a sua cadeia de suprimentos está sob controle, e a que mais se adia porque ninguém tem tempo de percorrer plantas alheias.

É isso que fazemos: vamos nós, com o mesmo método com que medimos uma planta própria.

O que não é

01

Não é certificação

Não emitimos nenhum certificado sobre o seu fornecedor. Quem certifica é um organismo acreditado. Nós medimos quanto risco cada fornecedor traz e em que ordem atacá-lo.

02

Não é um questionário melhor

Não montamos um formulário mais longo para o fornecedor preencher. Vamos à planta e olhamos o que ele faz, não o que declara.

03

Não é uma auditoria de punição

O objetivo não é desqualificar fornecedores, é saber com quais você está exposto e o que falta para deixar de estar. Um fornecedor com lacunas conhecidas e um plano é melhor do que um sem avaliação.

Como funciona

Auditamos plantas no Brasil e na Argentina, os dois países inteiros e não só as capitais.

01

Definimos o escopo

Quais fornecedores, por qual matéria-prima ou serviço, e contra quais requisitos: os do esquema, os do seu cliente ou os seus.

02

Auditoria na planta do fornecedor

Presencial. O fornecedor sabe que vamos e por quê, porque uma auditoria de segunda parte se acorda, não se impõe.

03

Resultado com metodologia QPM

Cada fornecedor auditado fica com os mesmos indicadores, então dá para compará-los entre si e ao longo do tempo.

04

Plano de ação por fornecedor

Ordenado por exposição, não por quantidade de achados. Com a diferença entre o que trava e o que pode esperar.

O que você recebe

O mesmo conjunto de indicadores QPM que usamos numa planta própria, aplicado a cada fornecedor. É isso que permite algo que um relatório narrativo não permite: colocá-los na mesma tabela.

Comparar dois fornecedores deixa de ser uma discussão de percepções e passa a ser uma diferença de números.

01

Comparabilidade entre fornecedores

Os indicadores significam o mesmo em todos, então o ranking não depende de quem auditou nem de como o relatório foi redigido.

02

Risco concentrado e visível

Onde está a sua exposição real na cadeia, que quase nunca coincide com o fornecedor que mais fatura.

03

Evidência para a sua própria auditoria

A avaliação de fornecedores é um requisito que vão cobrar de você. Um relatório com método e rastreabilidade é evidência; um questionário assinado, bem menos.

Para quem é

  • Plantas cujo cliente no exterior começou a perguntar como qualificam os seus fornecedores.
  • Operações com muitos fornecedores e nenhum critério para ordená-los por risco.
  • Empresas que homologam por questionário e nunca foram ver uma planta.
  • Grupos que compram dos mesmos fornecedores a partir de várias plantas e precisam de um critério único.
  • Operadores logísticos que são, eles próprios, o fornecedor auditado.

Perguntas frequentes

Vocês certificam o fornecedor?
Não. Quem certifica é um organismo acreditado. Nós medimos quanto risco cada fornecedor traz e em que ordem resolver.
O fornecedor precisa aceitar?
Sim. Uma auditoria de segunda parte se acorda entre as partes. Na prática costuma estar prevista no contrato de fornecimento.
Serve se o fornecedor já é certificado?
Sim. Um certificado diz que ele passou numa auditoria em uma data. Não diz quanto risco acumulou desde então, nem como se compara aos seus outros fornecedores.
Quantos fornecedores convém auditar?
Depende de onde está a sua exposição, não de quantos você tem. Parte do trabalho inicial é decidir por quais começar.
Vocês atendem fora das capitais?
Sim. Brasil e Argentina completos.

Audite os seus fornecedores

Conte quais fornecedores preocupam e por quê. Respondemos com o escopo e os próximos passos.

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