Como você sabe que o seu fornecedor faz o que diz que faz?
O questionário que você manda uma vez por ano quem preenche é ele, sobre si mesmo, sem ninguém olhando. É o instrumento mais usado para avaliar fornecedores e o que menos evidência produz. Auditamos os seus fornecedores na planta deles e devolvemos um resultado comparável entre todos.
A autoavaliação não é uma avaliação
Um questionário de homologação mede o que o fornecedor declara. Não mede o que acontece na planta dele numa quinta à tarde, com um pedido urgente e uma matéria-prima que chegou fora de especificação.
E quando algo dá errado, o problema não fica do lado do fornecedor. Chega ao seu produto, ao seu cliente e à sua auditoria — com o seu nome no rótulo.
O risco foi terceirizado. A responsabilidade, não.
O que é uma auditoria de segunda parte
As auditorias se dividem em três. A de primeira parte é a interna, que você faz sobre si mesmo. A de terceira parte é a de certificação, feita por um organismo acreditado. A de segunda parte é a que você faz sobre o seu fornecedor — ou a que um cliente faz em você.
É a única das três que responde se a sua cadeia de suprimentos está sob controle, e a que mais se adia porque ninguém tem tempo de percorrer plantas alheias.
É isso que fazemos: vamos nós, com o mesmo método com que medimos uma planta própria.
O que não é
Não é certificação
Não emitimos nenhum certificado sobre o seu fornecedor. Quem certifica é um organismo acreditado. Nós medimos quanto risco cada fornecedor traz e em que ordem atacá-lo.
Não é um questionário melhor
Não montamos um formulário mais longo para o fornecedor preencher. Vamos à planta e olhamos o que ele faz, não o que declara.
Não é uma auditoria de punição
O objetivo não é desqualificar fornecedores, é saber com quais você está exposto e o que falta para deixar de estar. Um fornecedor com lacunas conhecidas e um plano é melhor do que um sem avaliação.
Como funciona
Auditamos plantas no Brasil e na Argentina, os dois países inteiros e não só as capitais.
Definimos o escopo
Quais fornecedores, por qual matéria-prima ou serviço, e contra quais requisitos: os do esquema, os do seu cliente ou os seus.
Auditoria na planta do fornecedor
Presencial. O fornecedor sabe que vamos e por quê, porque uma auditoria de segunda parte se acorda, não se impõe.
Resultado com metodologia QPM
Cada fornecedor auditado fica com os mesmos indicadores, então dá para compará-los entre si e ao longo do tempo.
Plano de ação por fornecedor
Ordenado por exposição, não por quantidade de achados. Com a diferença entre o que trava e o que pode esperar.
O que você recebe
O mesmo conjunto de indicadores QPM que usamos numa planta própria, aplicado a cada fornecedor. É isso que permite algo que um relatório narrativo não permite: colocá-los na mesma tabela.
Comparar dois fornecedores deixa de ser uma discussão de percepções e passa a ser uma diferença de números.
Comparabilidade entre fornecedores
Os indicadores significam o mesmo em todos, então o ranking não depende de quem auditou nem de como o relatório foi redigido.
Risco concentrado e visível
Onde está a sua exposição real na cadeia, que quase nunca coincide com o fornecedor que mais fatura.
Evidência para a sua própria auditoria
A avaliação de fornecedores é um requisito que vão cobrar de você. Um relatório com método e rastreabilidade é evidência; um questionário assinado, bem menos.
Para quem é
- Plantas cujo cliente no exterior começou a perguntar como qualificam os seus fornecedores.
- Operações com muitos fornecedores e nenhum critério para ordená-los por risco.
- Empresas que homologam por questionário e nunca foram ver uma planta.
- Grupos que compram dos mesmos fornecedores a partir de várias plantas e precisam de um critério único.
- Operadores logísticos que são, eles próprios, o fornecedor auditado.
Perguntas frequentes
- Vocês certificam o fornecedor?
- Não. Quem certifica é um organismo acreditado. Nós medimos quanto risco cada fornecedor traz e em que ordem resolver.
- O fornecedor precisa aceitar?
- Sim. Uma auditoria de segunda parte se acorda entre as partes. Na prática costuma estar prevista no contrato de fornecimento.
- Serve se o fornecedor já é certificado?
- Sim. Um certificado diz que ele passou numa auditoria em uma data. Não diz quanto risco acumulou desde então, nem como se compara aos seus outros fornecedores.
- Quantos fornecedores convém auditar?
- Depende de onde está a sua exposição, não de quantos você tem. Parte do trabalho inicial é decidir por quais começar.
- Vocês atendem fora das capitais?
- Sim. Brasil e Argentina completos.
Audite os seus fornecedores
Conte quais fornecedores preocupam e por quê. Respondemos com o escopo e os próximos passos.
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