§Exportação

Seu comprador pede uma norma. Por onde você começa?

Quando um cliente no exterior pede um esquema reconhecido pelo GFSI, a data que manda deixa de ser a sua: é a dele. E não vai dar tempo de fazer tudo. Medimos o quanto a sua operação está preparada para exportar, o que realmente falta e em que ordem convém resolver.

O problema não é a norma. É a ordem.

A lista de requisitos você acha em qualquer lugar. O que ninguém diz é quais travam a operação amanhã e quais podem esperar seis meses.

E existem dois tipos de pendência que não se parecem em nada. Realocar a referência de um procedimento que já funciona leva meia hora. Conseguir uma habilitação que você não tem é um trâmite com prazos que você não controla.

Tratar as duas como tarefas equivalentes é o erro mais caro de um projeto de exportação.

O que medimos

O IPE, Índice de Preparação Exportadora, é o indicador exclusivo do módulo de Comércio Exterior da Trinaris M4. Combina a maturidade do sistema de gestão e a exposição ao risco para estimar o quanto a operação está pronta para exportar.

E tem um comportamento deliberado: se falta uma habilitação obrigatória, o índice trava. Não existe score alto que compense uma licença que não está lá.

Isso evita o cenário mais caro — descobrir no meio do caminho que o sistema estava impecável, mas a planta não podia embarcar.

Para onde você exporta

Atendemos qualquer destino. Estes quatro são os corredores já modelados na plataforma, com requisitos e prazos carregados:

Se o seu destino for outro, o trabalho é o mesmo: levanta-se contra os requisitos daquele mercado. Ter o corredor modelado acelera o diagnóstico, não o habilita.

  • Brasil – Estados Unidos
  • Argentina – Brasil
  • Argentina – União Europeia
  • Argentina – Estados Unidos

O que não é

01

Não é certificação

Quem emite é um organismo acreditado, não nós. Medimos o quanto a operação está pronta e em que ordem resolver o que falta.

02

Não é só um relatório com uma lista de pendências

Se falta uma habilitação, dizemos qual, o quanto ela trava, onde entra no plano — e acompanhamos a gestão até obtê-la.

03

Não é um número solto

O IPE se recalcula a cada carga, junto com um plano de ação ordenado pelo que mais expõe.

Como funciona

Duas coisas diferentes que vale não confundir: auditamos plantas no Brasil e na Argentina, os dois países inteiros. O destino para onde você exporta pode ser qualquer um.

01

Definimos o destino

Exportar para os Estados Unidos não é o mesmo que exportar para a Argentina.

02

Uma visita à planta

Auditamos a operação contra os requisitos daquele destino.

03

Resultados em 7 dias

O IPE, os cinco indicadores QPM e o plano priorizado.

04

Se quiser implementar, seguimos

As visitas que forem necessárias, e o acompanhamento das habilitações que faltarem.

Para quem é

  • Plantas que receberam o pedido de um comprador no exterior e não sabem por onde começar.
  • Empresas que já exportam para um destino e querem abrir outro.
  • Operações que exportam hoje sem um sistema formal e ficaram expostas na primeira auditoria de cliente.
  • Importadores que precisam avaliar se um fornecedor no exterior tem condições.

Perguntas frequentes

Vocês nos certificam?
Não. Quem emite a certificação é um organismo acreditado. Nós medimos preparação e risco.
Serve se ainda não temos comprador fechado?
Sim, e é o melhor momento. Chegar à negociação sabendo o que falta é diferente de descobrir quando a data já foi comprometida.
E se o meu destino não for nenhum dos quatro corredores?
Trabalhamos igual. Os quatro corredores estão modelados na plataforma, o que acelera o diagnóstico, mas o serviço cobre qualquer destino.
Vocês acompanham a gestão das habilitações?
Sim. Não apenas apontamos qual falta: acompanhamos a gestão até obtê-la.
Em quanto tempo temos o IPE?
7 dias após a auditoria, junto com o resto dos indicadores.

Meça a sua preparação exportadora

Conte para qual mercado quer chegar e a partir de qual planta. Respondemos com o escopo e os próximos passos.

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